Você já ouviu falar na Economia Freelancer, ou Gig Economy? Esse termo pode parecer estranho, mas é uma tendência global e devemos ficar de olho para não ficar para trás.

Trata-se de uma economia movimentada pelo trabalho sem vínculos empregatícios, ou seja, freelancer. O nome em inglês vem do uso de “gig” como “show” — shows de bandas, mesmo, normalmente pagos apenas com o cachê. É bem parecido com o conceito de um freela, não é?

Como funciona?

É só olhar ao redor para percebermos como essa realidade está em pauta. Profissionais autônomos estão surgindo aos montes, bem como empresas que os contratam. Essa contratação funciona a partir do trabalho pontual do profissional. Ou seja, ele é pago por projeto entregue.

Nem precisamos ir tão longe para ver isso na prática. Os motoristas da Uber, os entregadores do iFood e os anfitriões no Airbnb são exemplos de uma modalidade que está dando certo para muita gente.

Existem prós e contras para os freelancers. A melhor parte é que esse tipo de trabalho permite um controle muito maior sobre o tempo que se dedica para a vida profissional e para a pessoal, já que você faz seus próprios horários. Também pode ser uma ótima fonte de renda extra, já que pode ser realizado por pessoas que já mantém empregos tradicionais. Contudo, as desvantagens estão justamente na falta do vínculo empregatício, o que não garante estabilidade ou segurança para quem pretende viver exclusivamente da atuação autônoma.

É claro que esse é um problema atual, que não necessariamente continuará da mesma forma no futuro. A Gig Economy é uma novidade para a maioria das pessoas e deve fazer com que as próprias leis trabalhistas tenham que ser alteradas. Parece exagero? Acredite, não é.

Os números da Economia Freelancer

De acordo com a instituição americana Freelancers Union, só nos Estados Unidos há mais 56 milhões de trabalhadores independentes. Eles contribuem com cerca de 1.4 trilhão de dólares para a economia anualmente.

Com base nos dados coletados ao longo dos últimos anos, eles também preveem que, em 2027, o número de autônomos já terá ultrapassado o número de funcionários tradicionais! A Economia Freelancer realmente não está para brincadeira.

A Universo Traduções tem orgulho em fazer parte desse modelo revolucionário de trabalho. Nossos tradutores são freelancers, possuem maior liberdade para atuar e conseguem se especializar cada vez mais em suas áreas. O mundo está evoluindo em uma velocidade incrível; nada mais justo do que evoluirmos com ele!