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Tradução de Artigos Científicos

Como funciona a tradução de artigos científicos?

Escrever um artigo científico é uma tarefa ao mesmo tempo prazerosa e muito difícil, às vezes sofrida. Encontrar as palavras exatas para explicar e ilustrar o que você estuda às vezes há anos, e ainda de forma a manter o interesse de um possível leitor, não é uma tarefa simples. Por isso, quando se fala em traduzir essa composição tão cuidadosamente orquestrada, muita gente não consegue nem considerar essa possibilidade. Se escrever em português já é difícil, imagina em outra língua?

Mas, a verdade é que traduzir seu artigo científico, especialmente para o inglês, é quase obrigatório hoje em dia para quem quer ser reconhecido em sua área. O único jeito de apresentar sua pesquisa para o mundo é publicá-la em revistas internacionais. E não é possível fazer isso em português, infelizmente. Ou até é possível, mas o número de pessoas que vão lê-lo será bastante reduzido. Então, para quem se interessa por abrir os horizontes de sua própria carreira acadêmica, a tradução desses textos é fundamental.

E onde posso encontrar tradutores de artigos científicos?

Quando você precisa traduzir um artigo científico, precisa encontrar um profissional de qualidade que possa oferecer o serviço que você procura.

A melhor maneira de fazer isso, é entrando em contato com uma agência de traduções. Em uma agência, os gerentes de projeto poderão encontrar o profissional ideal para traduzir o seu texto especificamente. Também é mais fácil encontrar tradutores especializados na sua área se você entrar em contato com uma empresa especializada em tradução, já que ela terá acesso a diversos profissionais diferentes.

Também é possível contatar tradutores diretamente, mas, nesses casos, é sempre importante conhecer este profissional através de indicações confiáveis. Ninguém quer correr o risco de pagar por um serviço e receber um resultado abaixo do esperado!

O processo de tradução de artigos científicos

Depois de receber o seu artigo científico, o tradutor vai iniciar o processo de tradução desse texto.

Dependendo do tempo disponível para tradução, o profissional vai ler seu artigo por inteiro antes de traduzi-lo, ou vai lendo conforme for traduzindo. De qualquer forma, ele vai fazer um “reconhecimento” do texto, uma leitura dinâmica, antes de iniciar a tradução propriamente dita.

Um dos primeiros passos depois disso, para o profissional, será examinar seus glossários disponíveis e descobrir se algum deles pode ser utilizado para a tradução desse texto. Todo tradutor monta glossários a partir de textos que traduz e, também, a partir de ferramentas e materiais encontrados em pesquisas e em momentos de estudo.

Outro passo importante é a leitura, mesmo que seja uma leitura “por cima”, de artigos científicos escritos originalmente em inglês sobre assuntos pertinentes à mesma área de estudos. Isso é fundamental porque cada campo de conhecimento escreve de um jeito diferente: frases mais ou menos curtas, palavras específicas, termos indispensáveis etc. O melhor jeito de conhecer essa dinâmica é ler artigos de cada área.

 O processo de tradução em si envolve leitura, pesquisa e reescrita. O tradutor vai trabalhar frase a frase, adaptando as palavras do texto original ao que seria esperado de um texto em língua inglesa. Depois de terminada a tradução, o autor deve reler o texto para verificar se ele ficou “redondinho”, se os termos utilizados estão com coerência e consistência etc.

E depois de traduzido?

Depois de traduzido, o artigo volta para o pesquisador que o escreveu originalmente, que vai enviá-lo para revistas internacionais.

Via de regra, independentemente da qualidade da tradução, as revistas internacionais “devolvem” os artigos traduzidos e pedem uma “revisão nativa”. Isso é feito de praxe, e o ideal é de fato, realizar mais uma revisão, sempre – revisão nunca é demais!

É sempre importante lembrar que o inglês é, cada vez mais, uma língua global. E por ser uma língua global, ela já não se dobra, necessariamente, às regras dos Estados Unidos ou da Inglaterra: já existem muitos “inglês”, o “inglês brasileiro”, o “inglês chinês”, o “inglês argentino”. Muitos pesquisadores têm estudado essa transformação do inglês, que está acontecendo a passos largos. Já existe até um nome formalizado para isso: “globish”.

Por todas essas mudanças, as revistas científicas têm se adaptado e aceitado textos com construções de frase, por exemplo, que antes não seriam aceitas. Isso é uma conquista para a comunidade científica, pois, assim, mais e mais pesquisas e estudos serão publicados internacionalmente e terão a oportunidade de influenciar outros trabalhos.

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